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Boas leituras!

O Egomaníaco - Vi Keeland

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Este é apenas mais um dos adoráveis romances a que a escritora @vikeeland nos habituou. Escrito simploriamente, mas ao mesmo tempo sem qualquer vulgaridade. Leve, sedutor com uma pitada acentuada de atrevimento masculino, que sendo esta em dose certa, deixa qualquer mulher a suspirar. Quem leu este romance concordará comigo quando digo que quero um Jagger na minha vida! Ainda que categorizado como um romance erótico, devo motivar os mais pudicos que tem muito pouco de erotismo, atrevendo-me mesmo a incentivar a leitura até dos mais céticos. Parece cliché, mas não se foquem na capa! Sem qualquer revelação, mantendo-se o suspense e em sequência, o interesse na leitura desta brilhante história de amor, posso referir que estamos perante personagens com maturidade e experiências de vida marcantes, justificando todos os seus medos, anseios e libertinagem masculina. Duas personagens muito equilibradas e com tudo para dar certo. Uma vez mais a editora @topseller publicou um romance com...

O dia em que ele voltou - Penelope Ward

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Conhecer a Raven e o Gavin conduz-nos a um turbilhão de emoções e nesta história quem sai magoado da relação? Pensem lá, quem é? Ainda que menos frequentes no mundo destes romances, por onde tantas vezes viajo, é a personagem masculina! Não que Raven o faça propositadamente, mas o certo é que o faz e também ela sofre por isso. Na sequência de uma série de acontecimentos, são tomadas decisões marcantes que levam duas pessoas a seguir caminhos diferentes. Porém, não fosse a Penelope Ward uma romancista, quando há amor todo o universo se alinha, oferecendo ao presente vivenciar os momentos com a sabedoria da experiência do passado. Por mais que se tente esquecer o passado, em algum momento do presente eles vão estar lado a lado. Esta história é daquelas viciantes, de leitura fácil, apaixonante e com um enredo cheio de desafios. Com livros destes, ler é demasiado fácil.  Viciem-se!  #topseller

Carrie Soto está de volta com Taylor Jenkins Reid

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O primeiro impacto com a Carrie Soto é um pouco assustador. Com uma personalidade complexa, identificamos várias características dignas de repúdio, como a frieza, dureza, sem qualquer relação de amizade ou vida social. Vida amorosa? O que é isso? Existe? Podemos incluir aqui o amor pelo pai? Contudo, além de logo nas primeiras páginas ficarmos presos à história, é óbvio que rapidamente descobrimos uma personagem disciplinada, focada, com objetivos planeados e extremamente resiliente. Este romance está escrito de forma tão exímia, que além de conseguirmos sentir as dores da Carrie, sempre que joga, é possível acompanhar os jogos como se estivéssemos na bancada. Vibramos com os pontos e a dada altura quase conseguimos ouvir o som característico num court de ténis. O som da bola em cada pancada entoa pelo nosso cérebro e quando perde, o aperto no peito é verdadeiramente sentido. A descrição dos sentimentos e locais transporta ain...