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A mostrar mensagens de dezembro, 2022

Palavras amargas - Vi Keeland

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    “Ela disse: Perdoa-me por ser uma sonhadora.” Ele pegou-lhe na mão e respondeu: “Perdoa-me por não ter estado aqui mais cedo para sonhar contigo.” J. Iron Word Obrigado por tornares todos os meus sonhos realidade.   Foi com esta mensagem escrita, num simples bilhete azul, que tudo começou e que começo! Dois desgostos de amor, dois vestidos de noiva perdidos numa loja que vende roupa em segunda mão, uma criança abandonada numa igreja onde foi adotada, encontrando a sua mãe numa fase terminal da sua vida e uma doença crónica como grande obstáculo para ambas as personagens viverem um grande amor. Que superação! Em frente é o caminho e esta personagem mostra isso mesmo. Acompanhar os sentimentos do Reed e da Charlotte foi maravilhoso, mesmo com todo aquele conflito interno dele, na sequência da sua doença de esclerose múltipla, que por sua vez levou ao término do seu casamento por abandono da sua ex-noiva. Parabenizo as autoras por não tornarem o romance deprime...

Adeus 2022! Bem-vindo 2023!

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Podem dizer que sou egoísta, anti-social, má ou até mesmo ingrata, mas a verdade é que é mesmo isto que continuo a sentir ao longo dos meus trinta e sete anos. Agora que passou a época festiva do Natal e a dias de cumprimentar um novo ano, aguardo a sua chegada com entusiasmo. Muito positivismo, aprendizagem e lutas vencidas, que a seu tempo, me levarão a uma guerra vitoriosa junto daqueles que realmente merecem toda a minha atenção. Para os mais curiosos, fiquem-se por aí. Para os meus, continuo cá, a uma distância impossível de quantificar, porque por mais distância física que exista, nem sempre pode traduzir-se em dificuldade presencial. Num ano de perdas, foquemo-nos nos ganhos de 2022, nomeadamente nos fortalecidos alicerces para que o ano 2023 seja prospero e seja possível apreciar a árvore florescer. Sempre me transmitiram a importância de seguir o caminho em frente, quando muito, parar para respirar, chorar 48 horas ou simplesmente deixar passar quem se acha melhor, mas...

Joana Almeirante no Museu do carro elétrico

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Quem me conhece sabe o prazer que sinto quando escrevo. Seja sobre um objeto, uma pessoa, um sentimento ou até mesmo quando encarno a vida de uma personagem e desbravo numa vida ficcional. Contudo, para escrever encarnando uma personagem só preciso de um momento para escapar ao mundo real.  Quando o faço sobre alguém é porque algo chegou ao meu íntimo, diminuto e seletivo espaço de sensibilidade. Portanto, escrever sobre a atuação desta jovem artista Joana Almeirante é também a oportunidade de dar continuidade ao meu distinto entretenimento.  A verdade é que mesmo com 12M seguidores na sua conta do instagram, poucos a conhecem. No entanto, se falarmos na música do genérico da telenovela Bem Me Quer , uma produção do Miguel Coutrim, exibida pelo canal televisivo TVI , rapidamente chegam a esta voz talentosa, oportunidade esta a convite do ilustre Miguel Araújo . Jovem, recatada e certamente com um futuro brilhante pela frente, é esta a artista de música, que a convite, nos p...

Caso Blackstone - Raine Miller

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Nesta trilogia, Raine Miller apresenta-nos o caso Blackstone com uma escrita tão simples que torna-se demasiado fácil emergir na vida do Ethan e da Brynne, num verdadeiro carrocel de emoções. É adorável a persistência do Ethan, que uma vez mais, à semelhança de grande parte dos romances, é um homem com possibilidades financeiras e poderoso, transmitindo toda a segurança e proteção à Brynne. Porém, em momento algum ela é apresentada como fraca e dependente de alguém, bem pelo contrário, no último livro desta trilogia, é ela a chave para que Ethan a encontre após o seu rapto. Outro aspeto impressionante e que me obrigou a ler os três livros rapidamente é o mistério. Só no final de Completamente Tua encontramos o homem que provocou todas aquelas mortes e exigiu tanta segurança envolta da Brynne. Simplesmente fantástico. Contudo, sinto que esta personagem deveria ser um pouco mais aprofundada, porque com tanta ação, descobrimos o m...
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“A verdade é que nunca podes ter os sentimentos certos no momento errado, porque nunca há um momento errado para a pessoa certa”. A capa é desmesuradamente sugestiva para a leitura de um romance erótico, que na realidade, ainda que seja possível ler a descrição de alguns momentos mais quentes, digamos que é tranquilo e sem exageros. Ford e Val, são personagens que nos envolvem facilmente na sua história e nos levam a emergir no seu mundo. Tão depressa estamos a rir da descontração de Ford, como estamos a chorar as dores da Val. A Vi Keeland nunca nos deixa ficar mal e desta vez não foi exceção! Com um enredo ponderado, mas sedutor, este livro é para ler num único dia porque é impossível acalmar a ansiedade e curiosidade em saber como termina a história destes dois perante um obstáculo ainda muito tabu na sociedade portuguesa, a diferença de idades entre um casal. Desde quando uma mulher de 37 anos não deve permitir-se viver a ...