Bem-Vindas ao clube Guerreiras Sem Fronteiras!


                                                               Ora, ora, ora!

A minha leitura mais recente e a minha primeira deceção com os romances da Megan Maxwell.

A forma com escreve continua fantástica, o enredo e a descrição das personagens é que me desiludiram porque não consegui encarnar a personagem e sair do meu mundo real.

Comecemos pelo menos bom. Quatro amigas, Venecia, Silvia, Rosa e Elisa, todas elas com uma desilusão amorosa.

Venecia, descobre na véspera do seu casamento que afinal o seu noivo ama outra mulher.

Silvia, divorciada de um homem, com quem esteve casada durante quatro anos, que se apaixonou por outra.

Elisa, que apanha o seu namorado em flagrante com o seu suposto melhor amigo, mas que afinal era bem mais do que isso.

Rosa, casada com Pablo, grávida do terceiro filho, encontra-o uma vez mais em flagrante com outra mulher.

Ora, se isto não é desgraça a mais num só romance, nossa! Que canseira!

Depois temos ainda o Clube das Guerreiras sem Fronteiras, o lado bom do romance. A união das quatro amigas, apoio, camaradagem, incentivo para o amor próprio, motivação para seguir em frente, sem a necessidade de haver outro alguém na nossa vida de forma permanente. Contudo, seria necessário serem tão cabras?! Sim, é isso mesmo. Então a Venecia, é uma verdadeira cabrinha, mas leiam e depois partilhem a vossa opinião. 

Parabenizo a autora pela naturalidade da homossexualidade e pela importância de sermos nós próprios, mesmo perante as dificuldades de o fazer com quem mais gostamos. Honestidade connosco e com os outros é realmente um ponto a favor nesta temática.

Por fim, viva às tatuagens feitas por impulso numa noite de borga com as amigas! Viva à loucura! Viva aos Cancuns que são uns santos!

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