E vocês? Apaixorariam-se em 365 dias?
365 dias
- Autor: Blanka Lipinska
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- Editor: Lua de Papel
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Há quem faça comparações deste romance com as 50 sombras de Grey, quanto a mim disparatadas. Muito se tem escrito sobre este livro, principalmente pela agressividade e algum abuso na forma como a relação de Laura Biel e Maximo Torricelli se desenrola.
Não discordo que
existe algum abuso na forma como o Maximo, inicialmente, toca na Laura, mas
vejamos, quando esse toque está carregado de desejo e provocação da parte
contrária, tem o seu interesse. Vão dizer-me que o namorado perfeito é o Martin.
Nossa! Ela ávida de atividade sexual tem um jovem em casa que nem com provocações
vai lá. E agora misturando o filme, aquela cena dele sentado no sofá com o computador
portátil no colo, ignorar a provocação da Laura e ela ter de masturbar-se? Mau
de mais! Sexo numa relação não é fundamental, mas que tem um grande peso para o
sucesso da mesma, não neguem pf! Homem que não acompanha está dispensado!
Não vou falar do sexo oral, que obriga a hospedeira, com um simples olhar, a fazer na cabine do avião. Isso sim, é intimidante e assustador. Contudo, fiquei sem perceber se era o que ela queria ou não. Em momento algum houve descrição de medo, palavras intimidatórias ou até mesmo agressividade, até porque a personagem não foi amarrada.
Já o Maximo torna-se assustador por outros acontecimentos, não fosse ele um mafioso de Sicília, mas com a Laura é o homem que muita mulher deseja. Sim, partilho da opinião que as mulheres reclamam muito, porque continuam a gostar é dos mauzões e não dos politicamente corretos.
E porquê os mauzões? Então, transmitem segurança, amparo, força, estabilidade, adrenalina e com Máximo, a Laura ainda tem desejo, luxo, fator surpresa, amor e loucura. Ui ui…
Leiam o livro, é obrigatório, porque eu já li e amei.
Alerto ainda que o filme é maravilhoso, mas uma vez mais, além de não ser tão bom como o livro, o fim também termina de forma diferente e por isso um pouco aquém das expectativas, mas esse vou deixar-vos descobrir.
Divirtam-se tanto ou mais do que eu!

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