WOW!!! Tirem as vossas conclusões e façam como Abby. Quebrem a monotonia!
Trilogia Submissa de Tara Sue Me
Abby é a personagem que dá início
a toda a trama. Bibliotecária, com toda a monotonia que sente, pretende dar mais animo à sua vida e por isso avança com a concretização de uma fantasia, à
tempos presente nos seus desejos sexuais mais pecaminosos, BDSM.
Como se estivemos perante uma candidatura de emprego, também ela candidata-se a submissa de Nathaniel West, um dominador que como é esperado também é um empresário de sucesso onde dinheiro não é um problema.
A leitura é agradável e nada complexa, permitindo-nos fazer uma leitura em poucas horas. No entanto, ainda que exista drama e um turbilhão de sentimentos por resolver, sem saberem como, existe pouco erotismo, que na prática deste tipo de sexo também é fundamental.
Afinal, todos sabem que perante a prática de BDSM existe toda uma preparação e
atenção especial na submissa. Em bom rigor é ela quem detém todo o poder e o seu prazer deverá estar sempre em primeiro lugar.
Porém, terminando a leitura do
primeiro livro (Submissa), temos curiosidade em conhecer o romance de ambos
pelo que claro que pegamos no segundo livro (O Dominador). Contudo, não passa
da repetição do que já lemos, mudando apenas a perspetiva. Nele conseguimos
descobrir o que vai na cabeça de um homem, que por sinal também é bastante
complexo. Quem diria! Então, mas não são apenas as mulheres que complicam? Aqui
está um bom exemplo que não! Isto dos clichés tem muito que se lhe diga.
Por trás de toda a frieza, distância e arrogância de um homem há sempre um motivo e só temos de encontrar o caminho certo para que todos esses aspetos caiam.
No último livro (A Iniciação) é isso mesmo que Abby faz com Nat, levando a algumas peripécias que os afastam, mas que no fim ficam juntos, como aliás deve ser um romance.
Cá entre nós, esta trilogia é para ler, mas depois de ler a trilogia Pede-me o que quiseres da Megan Maxwell, é difícil não comparar e achar que este desenrolar entre a Abby e o Nat é fica aquém das expectativas, por isso caros leitores, leiam estes primeiro e só depois a da Megan Maxwell.
Prometo que brevemente partilho convosco a minha simplória opinião sobre Pede-me o que quiseres.
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