Qual a melhor forma de começar?!
Dono do mundo... porquê este título? Será por estarmos perante um empresário de grande sucesso? Por permitir o seu coração amar novamente depois de uma traição dupla? (amigo e noiva) Ou será por criar um vínculo tão rápido com a sua filha, tendo ela já quatro anos de idade? Sinceramente, não sei.
É sem qualquer dúvida um livro acessível a todos, sejam eles leitores assíduos ou simplesmente de férias. Se nunca conseguiu ler um romance, não duvido que este é um bom começo.
De todos os romances que li, publicados por estas duas escritoras (Vi Keelando e Penelope Ward), foi o que menos correspondeu às minhas expectativas. Este é, sem qualquer hesitação, um romance erótico, porém escrito de uma forma nada sensual. Junta-se ainda a história forçada. Senti que começaram a escrever sem um plano. Salvaram as últimas páginas do livro, com um fim mais estruturado e consistente que me ajudaram a conhecer muito melhor a Soraya e o Graham.
Na primeira parte do livro são apresentadas duas personagens e no fim temos duas completamente diferentes. Gostava que a Soraya se mantivesse leal à sua excentricidade, às pontas de cabelo pintado em conformidade com o seu estado de espírito e não porque queria passar uma mensagem diferente dos seus sentimentos ao Graham.
Em contrapartida a mensagem que estas autoras transmitem no que respeita à Chloe é fantástica. A menina tem duas mães! Nada menos do que isso.
Não é um livro que diga têm mesmo de ler, mas como saber é poder, ler é conhecer e só assim posso dar voz argumentativa.
Boas leituras!

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